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Reforma tributária força fintechs a rever modelo de negócios e elevar compliance
A reforma tributária traz novas responsabilidades para as fintechs, afetando sua estrutura e operações.A classificação das atividades pode resultar em impactos significativos na aplicação de tributos e compliance.Importante saber:A reclassificação pode aumentar os custos operacionais das fintechs.O direito ao crédito agora depende do recolhimento efetivo do tributo.A mudança exige processos internos mais robustos e atenção redobrada ao compliance.

Reforma Tributária: "bug" do milênio para softwares fiscais ou oportunidade de ouro?
A Reforma Tributária no Brasil não é mais uma lenda urbana, mas uma realidade que promete impactar o setor contábil.Com a mudança de tributação, empresas de software devem se adaptar ou enfrentar riscos de obsolescência.Importante saber:Tributação passa a ser ligada ao destino do cliente.Adoção de soluções nativas da nova era tributária é crucial.Papel do contador muda de apurador para consultor.

Split payments exigirá readequação das fintechs para lidar com antecipação de recebíveis
O modelo de split payments chega à sua fase decisiva de regulamentação e promete transformar o mercado de pagamentos.Fintechs devem se adaptar a uma nova lógica de antecipação de recebíveis, alterando suas operações financeiras.Importante saber:Banco Central publicará diretrizes até abril para regulamentação.Imposto será retido no momento da transação, alterando cálculos.Fintechs precisam rever modelos de risco e análises tributárias.

63% das instituições financeiras ignoram efeitos da Reforma Tributária sobre novos produtos
Um estudo recente da KPMG revela que 63% das empresas no setor financeiro não consideram os impactos da nova reforma tributária. A maioria ainda não possui uma visão clara sobre as consequências financeiras de suas implementações.Os dados mostram que a complexidade técnica e a adequação de sistemas são as principais preocupações, com a maioria das organizações ainda em fase de análise.Importante saber:86% das empresas não têm visão consolidada sobre os impactos financeiros.66% iniciaram análises, mas muitas ainda não finalizaram.40% destacam complexidade técnica como a maior preocupação.
