A INCO, uma fintech inovadora, superou a marca de 12 mil sócios investidores no Brasil.
Com mais de R$ 1,2 bilhão captados, a empresa se destaca no cenário de investimentos coletivos.
Importante saber:
R$ 850 milhões já retornados aos investidores
Crescimento em investimentos regulatórios até 2027
Expansão internacional planejada para novos mercados
A INCO, fintech especializada em viabilizar investimentos coletivos em projetos dos setores imobiliário, agronegócio, usinas solares, operações estruturadas e outros, anunciou ter superado a marca de 12 mil sócios investidores no Brasil. A empresa afirma já ter captado mais de R$ 1,2 bilhão por meio da plataforma e retornado mais de R$ 850 milhões aos investidores.
“Desde o início, construímos a INCO com a visão de democratizar o acesso a oportunidades de investimento e permitir que as pessoas participem do crescimento de negócios reais. Abrir nossa rodada ao público foi um passo natural dentro dessa lógica. O que vimos foi uma resposta muito forte do mercado, com milhares de investidores acreditando no nosso modelo e na nossa capacidade de execução”, afirma Daniel Miari, CMO da empresa.
Segundo Miari, o movimento vai além da captação de recursos. “Não se trata apenas de levantar capital, mas de fortalecer uma comunidade de investidores que cresce junto com a empresa. Estar em breakeven nos dá solidez, mas entender o timing do mercado nos permite acelerar. Essa nova rodada foi estratégica para ampliar nossa capacidade de entrega, inovação e escala”, complementa.
A empresa projeta uma aceleração de crescimento em três frentes estratégicas que são: o avanço do investimento regulatório, com foco na estruturação da DTVM prevista para 2027; a expansão internacional da operação, ampliando a presença da marca em novos mercados; e o desenvolvimento de novas fontes de receita, fortalecendo a diversificação e a sustentabilidade do crescimento no médio e longo prazo.
A argumentação para a decisão estratégica nesta direção se baseia no cenário favorável do setor de investimentos alternativos no Brasil, aliado ao crescimento da cultura de diversificação patrimonial entre investidores pessoa física.