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Investimentos

Modelo de investimento coletivo leva fintech INCO a superar 12 mil sócios

Empresa já captou mais de R$ 1,2 bilhão e retornou um volume superior a R$ 850 milhões aos investidores

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Redação

5 de março, 2026
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Modelo de investimento coletivo leva fintech INCO a superar 12 mil sócios

Resumo

A INCO, uma fintech inovadora, superou a marca de 12 mil sócios investidores no Brasil.

Com mais de R$ 1,2 bilhão captados, a empresa se destaca no cenário de investimentos coletivos.

Importante saber:

  • R$ 850 milhões já retornados aos investidores

  • Crescimento em investimentos regulatórios até 2027

  • Expansão internacional planejada para novos mercados

A INCO, fintech especializada em viabilizar investimentos coletivos em projetos dos setores imobiliário, agronegócio, usinas solares, operações estruturadas e outros, anunciou ter superado a marca de 12 mil sócios investidores no Brasil. A empresa afirma já ter captado mais de R$ 1,2 bilhão por meio da plataforma e retornado mais de R$ 850 milhões aos investidores.

“Desde o início, construímos a INCO com a visão de democratizar o acesso a oportunidades de investimento e permitir que as pessoas participem do crescimento de negócios reais. Abrir nossa rodada ao público foi um passo natural dentro dessa lógica. O que vimos foi uma resposta muito forte do mercado, com milhares de investidores acreditando no nosso modelo e na nossa capacidade de execução”, afirma Daniel Miari, CMO da empresa.

Segundo Miari, o movimento vai além da captação de recursos. “Não se trata apenas de levantar capital, mas de fortalecer uma comunidade de investidores que cresce junto com a empresa. Estar em breakeven nos dá solidez, mas entender o timing do mercado nos permite acelerar. Essa nova rodada foi estratégica para ampliar nossa capacidade de entrega, inovação e escala”, complementa.

A empresa projeta uma aceleração de crescimento em três frentes estratégicas que são: o avanço do investimento regulatório, com foco na estruturação da DTVM prevista para 2027; a expansão internacional da operação, ampliando a presença da marca em novos mercados; e o desenvolvimento de novas fontes de receita, fortalecendo a diversificação e a sustentabilidade do crescimento no médio e longo prazo.

A argumentação para a decisão estratégica nesta direção se baseia no cenário favorável do setor de investimentos alternativos no Brasil, aliado ao crescimento da cultura de diversificação patrimonial entre investidores pessoa física.