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Internacionalização da Transire abre portas para software houses brasileiras no exterior

Fabricante de POS planeja aumentar faturamento em 30% em 2026

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Redação

29 de janeiro, 2026
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Internacionalização da Transire abre portas para software houses brasileiras no exterior

Resumo

A Transire, com 48 milhões de POS vendidos, se destaca como a maior fabricante fora da China.

Em busca de crescimento, a empresa visa expandir sua atuação internacional e lançar um novo ecossistema de soluções.

Importante saber:

  • Crescimento de 20% no faturamento em 2025

  • Planos de expansão para mercados como EUA e Europa

  • Lançamento do conceito Zire para unificar soluções de pagamento

Ao fechar o ano de 2025 com 48 milhões de equipamentos vendidos, a brasileira Transire se posiciona como a maior fabricante de POS do mundo fora da China. A empresa, que encerrou o ano com um crescimento de 20% no faturamento, projeta uma expansão ainda mais agressiva em 2026, com meta de alta de 30%.  

Para sustentar esse ritmo, ela aposta em duas frentes principais: internacionalização e inovação tecnológica. A companhia anunciou já possuir estudos e projetos em andamento em mercados como Portugal, Argentina, México, Estados Unidos, Inglaterra e Canadá, tendo como um dos diferenciais a decisão de levar software houses brasileiras para participar do processo de expansão internacional.

“Quero levar vocês e suas soluções comigo para esses países”, disse o fundador da empresa, Gilberto Novaes, durante palestra no Transire Day, encontro que reuniu profissionais e especialistas do setor de automação e meios de pagamento ontem (28) em São Paulo.

Além dos planos para a internacionalização, a Transire anunciou o lançamento do conceito Zire. A iniciativa consiste em um novo ecossistema integrado de hardware, software e serviços voltado ao mercado de meios de pagamento e automação comercial.

De acordo com ele, o Zire oferece a oportunidade de unificar soluções presentes em 34 equipamentos oferecidos pela empresa como máquinas de pagamento, PIN Pads, PDVs (pontos de venda), totens de autoatendimento e displays digitais. O objetivo é simplificar operações, reduzir a complexidade de gestão e ampliar a eficiência para adquirentes e software houses parceiras.

“A ideia é que tudo funcione com apenas um software. Todo o sistema, desde hardware, até a gestão e o suporte. Estamos conectando todos para que o relacionamento seja feito por um único fornecedor e um único cérebro”, disse Gilberto Novaes.